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Navio da Marinha exerce controlo da atividade da pesca nas áreas remotas do mar dos Açores

Diario Marítimo ; 18 Febrero 2017  ; 477 visitas

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O navio patrulha oceânico Viana do Castelo (NRP Viana do Castelo), em missão no mar dos Açores, realizou no período de 15 a 17 de fevereiro uma missão de patrulha e vigilância das atividades marítimas, a longa distância, entre as 100 e as 200 milhas.

Nesta operação planeada esteve envolvida a Marinha, através do empenhamento do navio patrulha oceânico Viana do Castelo e a sala de operações do Comando da Zona Marítima dos Açores, que forneceu ao navio, em tempo real,  informação do panorama marítimo na área de interesse da missão, e a Autoridade Marítima Local, através do Capitão do Porto de Ponta Delgada.   A missão desenvolvida na subárea Açores da ZEE nacional teve como objetivo principal detectar potenciais atividades de pesca ilegal, com o intuito de garantir a preservação das espécies e habitats presentes, bem como a monitorização da navegação mercante. Assim, as ações de fiscalização incidiram no cumprimento dos regulamentos para o exercício da pesca de palangre de superfície, tendo como espécie alvo o espadarte.   Foram ainda verificadas as condições de segurança das embarcações e do pessoal embarcado, nomeadamente, a confirmação da existência a bordo dos meios de salvação coletivos e individuais exigidos para cada tipo de embarcação.   Simultaneamente, as equipas do NRP Viana do Castelo sensibilizaram os mestres das embarcações sobre aspetos importantes da segurança e proteção dos recursos vivos, alertando para os prazos de validade dos equipamentos (balsas salva-vidas, coletes e extintores) necessários para um salvamento no mar e para a sua correta utilização.   Durante a missão foram percorridas 655 milhas náuticas, tendo sido detetadas duas embarcações nacionais a operarem a norte e a nordeste da Ilha de S. Miguel à distância de 150 milhas (aproximadamente 278 km) e devidamente autorizadas.   Este tipo de operações roteimeiras, a são fundamentais para o garante da sustentabilidade dos recursos existentes na Zona Económica Exclusiva sob jurisdição nacional, bem como, na manutenção das condições de segurança e de trabalho das embarcações que operam longe de costa.

 

Embarcação de pesca a 150 milhas da ilha de S. Miguel

 

Porão do pescado com espadarte

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